Valter Neves pede ampliação de medicamentos na unidade de saúde de Cipolândia

15/09/2022 - Por: ASCOM - Iramar Ferreira - MTB.804/MS - Visitas: 34

Compartilhe:

O pedido de ampliação na quantidade de medicamentos básicos no estoque mínimo mantido no Posto de Saúde do distrito de Cipolândia, foi feito pelo vereador Valter Neves (PSD) à secretária municipal de Saúde, Cláudia Franco Fernandes Souza, com cópia ao prefeito Odilon Ribeiro (PSDB) por meio de Indicação apresentada em plenário.

Conforme justificativa do parlamentar, a população local tem reivindicado o aumento de medicamentos básicos naquela unidade onde as consultas são realizadas duas vezes na semana, porém, a insuficiência de remédios para dor, febre, antibióticos, anti-inflamatórios e outros, têm dificultado o tratamento urgente de alguns sintomas.

Ele tem conhecimento que os medicamentos de uso contínuo para diabetes e hipertensão são disponibilizados para os pacientes, porém, outros quando procurados estão em falta e deixando a comunidade sem medicação imediata.

“O distrito, que localiza 67Km do município, não possui farmácia comercial, cuja população precisa se locomover por rodovia não pavimentada para ter acesso aos medicamentos. Alguns possuem veículos, outros necessitam de carona”, conta.

Segundo comenta, houve relato que uma família necessitou aguardar dois dias por antibiótico para socorrer uma criança na fazenda, pois a mãe foi até ao posto consultar o filho, e não teve como dar de imediato o medicamento, em razão da falta do mesmo.

Portanto, acrescenta, o aumento de medicamentos básicos no distrito será de grande importância, pois além de atender a  população em torno de 814 habitantes, sendo 437 moradores (53,70%) na sede  do distrito, também atenderá os 377 moradores (46,30%) na área rural, tais como: fazendas e assentamentos Indaiás I, II, III e IV. (IBGE, 2010)

Valter Neves aguarda o atendimento do seu atendimento, pois ele entende que esses medicamentos básicos precisam estar disponíveis à população local, sobretudo para os que residem distantes do município. Isso porque, conclui, essa situação  tem gerado preocupação e apreensão quanto ao socorro dos pacientes mais vulneráveis como idosos e crianças.