Meireles: criação de um centro de reabilitação pós-covid no município

13/05/2021 - Por: ASCOM - Iramar Ferreira - MTB.804/MS - Visitas: 1227

Compartilhe:

A  criação de um centro de reabilitação pós-covid, no município, para atender pacientes diagnosticados e que se apresentam  com sequelas causadas pela doença, foi proposta pelo vereador Anderson Meireles (MDB) à secretária municipal de Saúde, Cláudia Franco Fernandes Souza, por meio de Indicação apresentada em plenário.

Conforme justificativa do parlamentar, ao contrário do que muitos imaginavam, após praticamente um ano, a pandemia do novo coronavírus segue com força.

“Pacientes que venceram a fase aguda da doença  estão apresentando várias sequelas causadas pelo coronavírus e necessitam de um acolhimento exclusivo de reabilitação pós-covid”, sugere

Meireles entende a necessidade de atendimento multidisciplinar, formado por fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, psicólogos, educador físico, assistente social e nutricionista, entre outros profissionais da área da saúde.

“Estamos acompanhando diariamente a situação do pós-covid. Uma porcentagem grande dos pacientes apresenta sequelas da doença. Está comprovado que a luta pela recuperação total da doença não acaba com a alta hospitalar, a maioria dos pacientes precisa de assistência especializada”, comenta.

De acordo com ele, o  Executivo por meio da Secretaria de Saúde poderia oferecer os atendimentos a esses pacientes em um mesmo local, a exemplo de outros municípios.

“Muitas pessoas vencem a doença enquanto outras enfrentam complicações que deixam sequelas em diversos aspectos. Não se trata de atendimento paliativo. Muitos pacientes não possuem condições de um tratamento particular e recorrem ao SUS (Sistema Único de Saúde)”, acrescenta.

Segundo o vereador, o pedido de encaminhamento deverá ser feito na unidade de saúde, que, por sua vez, também  fará o encaminhamento desse paciente ao sistema de regulação. A própria Secretaria, completa, pode definir um protocolo e organizar o fluxo de atendimento. “É preciso acompanhar, orientar e cuidar da nossa comunidade”, conclui.